EM CAMPO

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sábado, 19 de junho de 2010

Projetos do Nucleo Sertão Verde são aprovados em edital


GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL – EMATER/RN

Edital Nº. 001/EMATER/BNDES de Apoio a Projetos Produtivos do Estado do Rio Grande do Norte - Programa Campo Mais Forte, publicado no D.O.E. do dia 13 de maio de 2010.

RESULTADO PROVISÓRIO: 56 projetos aprovados

ENTIDADE

CNPJ

MUNICÍPIO/RN

Associação Comunitária dos Produtores Rurais de Pitombeira

07.710.687/0001-06

Campo Grande

Associação Cerro-coraense de Apicultores

07.204.903/0001-33

Cerro Cora

Cooperativa Agropecuária do Vale do Açu

08.008.187/0001-81

Assu

Cooperativa Mista Agro-Industrial dos Peq. Produtores de Caraúbas

00.730.633/0001-55

Caraúbas

Associação Comunitária do Sítio Morcego

40.984.886/0001-07

Campo Grande

Associação Comunitária de Lagoinha

00.924.747/0001-36

Campo Grande

Associação do Projeto de Assent. de Reforma Agrária Novo Pingos

05.388.345/0001-88

Assu

Assoc. C. dos Prod. da Agric. Familiar da Comunidade Salgado

07.984.090/0001-41

Campo Grande

Associação dos Trab. Rurais do Assentamento Espírito Santo II

05.013.811/0001-40

Ceará Mirim

Associação dos Produtores Oleiros de Joazeiro

70.033.949/0001-73

Parelhas

Associação dos Criadores de Ovinos e Caprinos do Sertão Cabugi

02.761.726/0001-72

Lajes

Clube de Mães e Jovens Tereza Celestina Dantas

08.137.374/0001-65

Currais Novos

Associação de Pequenos Agricultores do Catolé

04.433.613/0001-73

Florânia

Centro Social Comunitário Nova Descoberta

40.984.551/0001-51

Ipanguaçu

APASA - Associação dos Peq. Agrop. do Sertão de Angicos

00.387.520/0001-07

Angicos

Associação dos Pequenos Produtores de Santa Clara

07.694.762/0001-84

Assu

Associação dos Produtores Rurais de Piracicaba

04.272.121/0001-43

Upanema

Associação de Proteção a Maternidade a Infância e ao Meio Rural

07.679.523/0001-55

Vera cruz

Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenv. Rural Sustentável

06.881.068/0001-03

Apodi

Conselho Comunitário de Santa Luzia de Touros

11.941.036/0001-96

Touros

Associação de Desenvolvimento Comunitário da Curicaca

05.125.757/0001-25

Rio do Fogo

Centro de Desenvolvimento Social Dr. Luiz Candido Bezerra

07.478.067/0001-41

Upanema

Associação Nisiense de Artesanato e Desenvolvimento local

07.726.439/0001-45

Nísia Floresta

Associação Sociocultural Jovem Bom Samaritano

09.353.787/0001-40

Ceará Mirim

Associação de Desenv. Agroindústria dos Produtores Potiguar

09.439.988/0001-64

Mossoró

Associação de Produtores Agrícolas de Bebida Velha – APABV

09.255.733/0001-41

Pureza

Associação de Desenvolvimento Comunitário da Baixa Verde

12.981.692/0001-85

Lagoa Nova

Associação Martinense dos Produtores de Frutas

09.150.636/0001-94

Martins

ACG - Associação da Comunidade do Gurjau

05.860.293/0001-09

Coronel Ezequiel

Associação dos Produtores Comunitários de Boi Selado

00.924.766/0001-62

Jucurutu

Associação Comunitária dos Garimpeiros

06.281.320/0001-43

Tenente Ananias

Clube de Mães Margarida Rita dos Santos

06.268.124/0001-39

Sítio Novo

Associação dos Produtores do Assent Proj. Mauricio de Oliveira

08.508.997/0001-05

Assú

Assoc dos Posseiros do Projeto de Assentamento Milagres

02.297.945/0001-42

Apodi

Assoc Novo Paraíso

12.049.688/0001-83

Parazinho

Assoc dos Posseiros do Projeto de Assentamento Paraíso

02.209.889/0001-47

Apodi

Assoc do Projeto de Assentamento Portal da Chapada

04.728.112/0001-14

Apodi

Assoc dos Agricultores e Apicultores de Severiano Melo

03.973.019/0001-02

Severiano Melo

Assoc do Projeto de Assentamento Moaci Lucena

02.600.929/0001-87

Apodi

Assoc Comunitária de Desenv. Rural da Comunidade Divisa

08.995.143/0001-92

Patu

Assoc Comunitária dos Agroprodutores do Vale Umari-Jacumã

03.299.151/0001-80

Afonso Bezerra

Assoc Comunitária dos Cachos

70.339.080/0001-90

São J. do Sabugi

Assoc Comunitária dos Produtores Rurais da Boa Vista

03.197.221/0001-90

Serra N. do Norte

Assoc dos Colonos de Pau dos Ferros

10.699.817/0001-53

Pau dos Ferros

Assoc dos Apicultores do Coroatá

07.469.655/0001-52

Almino Afonso

Assoc dos Produtores do Assentamento Baixa do Novilho

02.957.848/0001-39

João Câmara

Assoc Comunitária Terra Prometida - ACOMTEP

04.747.164/0001-38

Mossoró

Núcleo de produtores Cooperados da Comunidade Paraíso

05.991.731/0001-60

Bodó

Assoc de Desenv. C. da Comunidade de Pico Branco - ACCPB

70.031.653/0001-13

Antonio Martins

Assoc dos Produtores e Produtoras Agroecológicos Oeste Verde

05.449.069/0001-10

Umarizal

Assoc do P. A. de Reforma Agrária de Boa Fé

04.676.364/0001-47

Mossoró

Assoc Comunitária Coração de Jesus de Serra do Lombo - ACCJ

05.492.736/0001-48

Pedra Preta

Assoc dos Produtores Rurais da Comunidade Periquito

07.313.665/0001-02

Patu

Assoc dos Produtores SALGAJUCABA

00.961.116/0001-97

Lajes

Assoc. dos Pescadores de Bodó

09.584.664/0001-10

Bodó

Assoc dos Moradores do Sítio Ilha

12.993.416/0001-37

Alexandria

Natal, 18 de junho de 2010.

Comitê de Avaliação e Seleção de Projetos de Apoio a Projetos Produtivos do Estado do Rio Grande do Norte - Programa Campo Mais Forte.

Membros:

Maria Leonice de Freitas

Isaac Alves de Assis Junior

Gilderlanio Alves Holanda

Emmanoel Mateus Alves Costa

Francisco Ivo Freitas Melo

Deusimar Freire Brasil

Fonte: Emater/RN

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Candidato a vice de Iberê deve ser do PSB ou PT











O candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Iberê Ferreira de Souza (PSB) deve ser do Partido dos Trabalhadores ou do PSB, legenda da qual faz parte o chefe do Executivo. A afirmação foi feita ontem de manhã pelos presidentes estaduais do PMDB, Henrique Alves, e do PR, João Maia, após deixarem a residência oficial, onde também encontravam-se, além de Iberê Ferreira, a ex-governadora Wilma de Faria (PSB), o presidente estadual do PT, Eraldo Paiva, a deputada federal Fátima Bezerra (PT) e o outro candidato ao Senado na chapa governista, Hugo Manso (PT). A reunião foi limitada aos quatro partidos (PMDB, PR, PSB e PT), segundo Hugo Manso, porque estes compõem a coordenação da campanha do governador.

Os deputados Henrique Alves e João Maia participaram do primeiro momento do encontro, ao passo que lideranças do PSB e PT permaneceram na residência oficial, dando andamento às discussões acerca do nome a ser escolhido na condição de vice do governador. “Eles (PSB e PT) escolhem e nós vamos apenas referendar”, disse João Maia.

Em pauta, além das articulações acerca do candidato a vice de Iberê e as definições no que tange às convenções partidárias, a manutenção da aliança entre o PR, PMDB e PV na chapa proporcional. “Continua como sempre esteve, sem qualquer modificação”, atestou Henrique. A ex-governadora Wilma de Faria, considerada a mais hesitante em relação à impossibilidade do PR de compor a chapa majoritária de Iberê declarou que “para não perder o deputado Henrique (Alves) para a campanha do DEM está sendo articulado um novo cenário”. “Há também o PPS, o PHS e outros partidos aliados”, afirmou Wilma de Faria.

A ex-governadora e a deputada Fátima Bezerra chegaram a ponderar quando indagadas sobre o fato de PSB e PT indicarem o candidato a vice de Iberê Ferreira. “É uma probabilidade, mas não há nada definido”, afirmaram. O nome do companheiro do governador na chapa majoritária será anunciado até o próximo dia 22, data limite estipulada pelo próprio Iberê. O deputado Henrique Alves disse que não houve articulação acerca dos nomes que poderão compor a vaga de vice, mas disse que o clima da reunião foi de otimismo. “Saímos hoje com o ânimo renovado. Acho que começamos s vencer a eleição hoje”, disse Henrique Alves.

A deputada Fátima Bezerra observou houve, por parte dos presentes, um compromisso de coletivamente buscarem alternativas para a escolha do candidato a vice na chapa de Iberê Ferreira. “Nós vamos avaliar todas as variáveis e possibilidades para chegar em um nome viável e de consenso”, afirmou. O pré-candidato ao Senado na chapa governista, Hugo Manso, defendeu ainda que, se necessário, seja feita uma pesquisa para clarear o cenário e ajudar nas definições.




Fonte: Tribuna do Norte

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Arraiá dos Programas Sociais

A Prefeitura de Campo Grande, através da Secretaria Municipal de Promoção e Bem Estar Social, realizará no próximo dia 18 de junho, a partir das 19h, em frente à Casa da Família, o Arraiá dos Programas Sociais, PETI, PROJOVEM e IDOSOS.

Estranhos no ninho

SÃO PAULO - José Serra fez um discurso marcante de confrontação política no sábado. Foi o ponto alto da convenção do PSDB.

Mas sua eficácia é no mínimo duvidosa: ao atacar Lula, ele mordeu a isca. Mordeu porque está acuado e talvez não tenha muito para onde correr.

A candidatura Serra vive hoje um momento delicado, que o empate com Dilma Rousseff nas pesquisas não traduz. O fantasma da desagregação política ronda o tucanato.

Serra ainda não tem vice. E tudo indica que passou a hora em que a escolha de um nome ainda viesse somar algo à candidatura. O PP, que lhe daria tempo de TV, inclinou-se para o lado de Dilma. Na melhor hipótese, ficará solteiro.

Enquanto isso, o DEM, aliado dos tucanos desde o início, faz ameaças e pergunta, como na canção dos Paralamas: "Por que você não olha pra mim, oh, oh, me diz o que é que eu tenho de mau?".

Eles têm razão de chiar. Mas no fundo sabem que este é um casamento que funcionava na era FHC. Hoje, com Serra, parece mais um funeral.

Nesse ambiente, em que quase todos reclamam do candidato e quase ninguém assume responsabilidades com a candidatura, Aécio Neves -o vice que foi sem nunca ter sido- achou seu espaço. Usou a convenção para fazer um show de engajamento ligeiro na campanha.

Alguém disse que sua presença atrapalha e suas palavras não ajudam. Feliz, bronzeado, cheio de vitalidade, Aécio é hoje a própria encarnação de um futuro que vai além do PSDB. E além, certamente, do que é capaz de inspirar a figura soturna do candidato tucano-coruja.

Ao subir no palco como um popstar e conclamar Serra, num discurso tão inflamado quanto vazio, a liderar um processo de "redenção nacional", Aécio reforça a sensação de que não está nem aí.

Redenção nacional? Contra 80% de aprovação de Lula? Sua fala teria nexo se estivéssemos no final do governo Sarney, com o país derretendo. A continuar assim, não é difícil adivinhar quem derreterá até outubro.
José Paulo Vieira
cel.11.8758-9997

Governador Iberê Ferreira assina nesta quinta-feira renúncia fiscal no ICMS do pescado do Estado


O governador Iberê Ferreira assina nesta quinta-feira (17) decreto estabelecendo renúncia fiscal no ICMS do pescado do Rio Grande do Norte. A medida garante competitividade para os pescadores e armadores locais frente aos barcos estrangeiros de pesca. A solenidade de assinatura será às 09h, no cais da Produmar, na Rua Chile.

Com as medidas, o Governo do Estado estará ampliando para o pescado o que já ocorre com relação ao camarão que é isento de 100% do ICMS em sua venda – tanto para o mercado local, como para outros estados e países. Para os peixes vendidos para fora do Estado, a redução fiscal será de 83% do ICMS devido – ou seja, a tarifa passa de 12% para apenas 2%. Para moluscos e crustáceos, exceto o camarão, a redução será de 30% - passando de 12% para 8,4%.

Para a comercialização dentro do Estado, a renúncia fiscal no ICMS será de 60% para o peixe, e de 30% para moluscos e crustáceos, exceto o camarão. Nesse caso, a tarifa passa do ICMS passa de 17% para 6,8% na venda do peixe, e de 17% para 11,9% na comercialização de moluscos e crustáceos.

“Na prática, isso significa que o Estado está defendendo e dando competitividade ao nosso pescador, mantendo e criando novos empregos, e gerando renda”, adianta o governador Iberê Ferreira.

A renúncia fiscal no ICMS para o pescado vem se somar as ações de incentivos fiscais já desenvolvidas pelo Governo do Estado para fortalecer a produção de camarão e no Rio Grande do Norte. Desde o ano de 2005 que o Governo concede isenção plena do ICMS para a comercialização de camarão – representando uma renúncia fiscal superior a R$ 26 milhões. O Governo do Estado também faz a renúncia fiscal, desde 2003, do imposto que incide sobre o óleo diesel para embarcações pesqueiras no âmbito do Rio Grande do Norte – o que representa um montante de R$ 24 milhões.

Agência RN

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Reunião da FETRAF do Médio Oeste será dia 23 de junho, em Messias Targino.

Os dirigentes ligados a Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar do Rio Grande Norte (FETRAF-RN) da região do Médio Oeste já definiram a data da próxima Reunião da FETRAF-RN da região do Médio Oeste será na cidade de Messias Targino, no dia 23 de Junho.
Coordenador estadual da FETRAFRN, João Cabral
Vão participar desta reunião representantes de Sindicatos dos Trabalhadores Rurais e Fóruns da Agricultura Familiar dos municípios de Janduis, Governador Dix-sept Rosado, Messias Targino, Apodi, Patu, Felipe Guerra, Upanema, Itau, Severiano Melo e Campo Grande, todos ligados a (FETRAF-RN)Deputado estadual Fernando Mineiro
Segundo Pôla Pinto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Messias Targino, durante reunião será discutido sobre o 3° Congresso da FETRAF-RN que será realizado no mês de Agosto. Já foi confirmada a presença do coordenador estadual da FETRAFRN, João Cabral.
Ex-Delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Hugo Manso

Estarão ainda participando da reunião o deputado estadual Fernando Mineiro e o ex-delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Hugo Manso. Que vão discutir com os fretrafianos as politicas da agricultura familiar.
Fonte: Site do Pôla Pinto

JOAO MAIA, AGORA É IBERÊ

Em entrevista ao Jornal 96 FM, o deputado Federal João Maia do PR assumiu a defesa do nome do Governador Iberê Ferreira e afirmou: “A eleição vai para o segundo turno e Rosalba vai perder”.

Está convencido que as candidaturas da base do Presidente Lula, Carlos Eduardo e Iberê Ferreira, derrotará a candidata do DEM. No segundo turno Carlos Eduardo e Iberê se junta.


“É muito difícil para a oposição ao presidente Lula ganhar a eleição [no RN]. Se a eleição fosse amanhã [seria possível], mas não é. É só em 3 de outubro”, ponderou.


O PR está coligado com o PMDB e PV na proporcional mas pra governador não só vota como fará todos os esforços pra o candidato da base de Lula seja eleito.

terça-feira, 15 de junho de 2010

BOM SABER....

O exército é de esquerda

Por Capitão Luís Fernando Souza.

Embora a Ditadura Militar tenha marcado o imaginário popular, atribuindo uma posição política conservadora às Forças Armadas, o papel da instituição ao longo da história mostra que às suas origens estão bem mais perto da esquerda do que muitos poderiam imaginar.
Alguns militares podem até declarar que são de direita, e devemos respeitá-los, já que vivemos em uma sociedade onde a liberdade de expressão é uma das máximas constitucionais. Mas isso não significa que o exército em si adote essa posição. Basta recordar acontecimentos históricos, como a abolição da escravatura no Brasil. Na época, as Forças Armadas trabalharam, juntamente com a Maçonaria, para dissolver a aristocracia agrária que insistia em explorar os trabalhadores negros. Ou seja, ao lado do povo, a instituição opôs-se à direita.
No final da Monarquia, mais uma vez, o Exército combateu os ideais da realeza brasileira e toda a sua corte. Os militares mantiveram-se à esquerda destes, e, novamente juntamente com maçonaria, instituíram a República. Não é à toa que o primeiro presidente do Brasil foi Deodoro da Fonseca, um general.
Mais adiante, nas décadas de 20 e 30, quando vigorava a política Café com Lei representada pela oligarquia agrária, os militares organizaram o Movimento Tenentista, de caráter político-militar. Composto em sua maioria por jovens tenentes, a iniciativa visava ao combate do coronelismo imposto pelas oligarquias cafeeiras. Entre os ideais, estava acabar com o voto de cabresto, propondo a mudança do voto aberto para secreto, e reformar o sistema educacional público.
Na mesma época, foi promovida uma campanha nacionalista que pregava o lema "O petróleo é nosso", sendo materializada com a fundação da Petrobrás. Isso sem falar na Intentona Comunista de 1935, também conhecida como Revolta Vermelha, e da Coluna Prestes, movimento liderado por militares que faziam oposição à República Velha e às classes dominantes na época.
Já nas décadas de 40 e 50 foi a vez de os militares mostrarem a sua força na Itália. Eles foram para a Itália, ombrear com estadunidenses, russos e demais aliados, combater na Força Expedicionária Brasileira colocando-se mais uma vez à esquerda.
Passamos por um breve hiato nos anos 60, 70 e 80, quando os militares foram conduzidos pelos norte-americanos a defenderem os seus interesses imperiais.
A partir da década de 90, com o estabelecimento do período neoliberal, a direita foi representada pelos presidentes Sarney, Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso. As conseqüências foram uma diminuição lenta e gradual nos orçamentos e no tamanho das Forças Militares Nacionais. E o resultado dessa linha política está sendo uma completa deterioração e um desmantelamento do Estado Nacional.
Felizmente, a cada dia aumenta a geração de militares que percebem esse progresso e, com uma visão global, voltam-se para a preservação da instituição que visa a atender aos anseios do povo. Isso significa ficar à esquerda do neoliberalismo e apoiar as novas ações de projetos de desenvolvimento nacional, como o propagado pelo presidente Lula, através da Estratégia Nacional de Defesa.
Parece que novamente voltamos para onde sempre estivemos: à esquerda, onde está a maioria da população. Mesmo que pensem o contrário, a história segue, confirmando a nossa real missão.

“Temos de continuar ajudando os mais pobres”, diz Dilma para a Veja


“Temos de continuar ajudando os mais pobres”

Em entrevista à revista VEJA desta semana, Dilma conta como o governo Lula conseguiu estabilizar a economia que estava descontralada em 2002 e defende a importância dos programas sociais como o Bolsa Família.


A senhora tem uma vantagem clara sobre o candidato Lula na eleição de 2002. Ninguém fala agora de um “Risco Dilma”. Por quê?
Primeiro, porque não existe Risco Brasil. Nós nos destacamos no cenário mundial como uma nação que tem um rumo, e esse rumo é o correto, com crescimento econômico, estabilidade, instituições sólidas e democracia. O mundo vê isso e sente que não será uma eleição presidencial que vai colocar essas conquistas a perder. Não tem “Risco Dilma” e não tem “Risco Guerra” (referência ao senador Sérgio Guerra, presidente do PSDB, que em entrevista a VEJA em janeiro disse que se seu partido vencer as eleições vai “mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação”). Ele falou tudo aquilo e o mercado nem se tocou. Não aconteceu nadinha de nada.


Estamos de acordo que os alicerces dessa robustez foram lançados durante os oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso?
Discordo. Hoje nós temos estabilidade macroeconômica. Nós recebemos um governo sem estabilidade, com apenas 36 bilhões de dólares de reservas. O endividamento do Brasil crescendo, a inflação ameaçando sair de controle, uma fragilidade externa monumental que a gente não podia nem mexer, o dólar a 4 reais. Qual é o alicerce?


A autonomia operacional do Banco Central, as metas de inflação, o câmbio flutuante, a responsabilidade fiscal…
Não tem risco hoje porque nós do governo Lula construímos um país robusto. O que vocês chamavam de “Risco Lula” em 2002 se devia menos ao candidato do que às condições do país naquele momento. Nós recebemos do governo anterior um Brasil frágil. Tínhamos reservas de pouco mais de 36 bilhões de dólares. Hoje temos 250 bilhões de dólares em reservas. O presidente disse que a crise financeira mundial de 2008 era uma marola. Se você comparar com o tsunami que houve nos Estados Unidos e com as ondas que ainda atingem a Europa, nós não tivemos mesmo mais que uma marola. Tanto que a discussão agora é outra. É discutir os 9% de crescimento.


É ritmo de crescimento para chinês nenhum botar defeito. Mas é sustentável?
O prudente para o Brasil nas condições atuais é ter um crescimento de até 6% ao ano. Portanto, esses 9% tendem a baixar. O ritmo de crescimento tende a desacelerar-se progressivamente rumo ao patamar de 6%.


Esse valor de 6% de crescimento seria o tão falado quanto imponderável PIB potencial, acima do qual a inflação dispararia?
Não me sinto confortável com essa noção de PIB potencial, mas está mais do que provado que não podemos abrir mão do controle da inflação se quisermos crescimento com distribuição de renda. Temos de ter uma meta inflacionária e persegui-la. Com inflação, a renda das pessoas, em especial a das mais pobres, escoa. Controlar a inflação é distribuir renda.


Qual seria a política de juros de um eventual governo Dilma?
A taxa de juros real, descontada a inflação, baixou muito no governo Lula. Na verdade, ela nunca foi tão baixa quanto agora. Já foi de 20%, 15% e agora está em 5% a 6%. É um tremendo avanço. Mas dá para melhorar. A maneira de fazer isso é a redução disciplinada e sistemática da relação da dívida líquida sobre o PIB. Nós saímos de 60,6% em 2002 para 40,7% em 2010. A meta é chegar a 2014 com esse valor em 28%. A consequência inexorável disso é a queda dramática da taxa de juros.


A senhora pretende manter o Bolsa Família nos moldes atuais?
Temos de continuar ajudando os mais pobres. Temos de garantir que os 190 milhões de brasileiros virem consumidores. Isso não é possível sem programas sociais. Agora, vocês me digam: tem maior porta de saída do que o crescimento do emprego nos níveis atuais? Tem porta de saída melhor do que o investimento em ensino profissionalizante? Essas são as melhores portas de saída. O Brasil tem escassez de mão de obra em muitos setores. Cortador de cana no Nordeste está virando soldador, operário qualificado.


Por isso mesmo, será que não é hora, para o bem dos próprios beneficiados, de deixar que caminhem com as próprias pernas, que se independam do governo?
Ainda tem muita gente no Brasil com renda de um quarto do salário mínimo. São quase 19 milhões de pessoas nessa situação. Por isso não podemos cortar os programas de distribuição de renda.


Sob muitos pontos de vista, para um político é melhor suceder na Presidência a um antecessor fracassado do que a outro, como é o caso de Lula, que, além de bem-sucedido, é popular e carismático. Isso pesaria muito sobre seus ombros em caso de vitória nas eleições deste ano?
Acho ótima essa herança. O governo do presidente Lula pertence uma parte a mim. Eu não sou uma pessoa que está olhando para o governo com distanciamento. Eu não tenho distanciamento nenhum do governo do presidente Lula. Eu lutei para esse governo ser esse sucesso todo. Honra minha biografia ter participado desse governo e o Lula ter me honrado com a escolha como candidata. Tenho certeza de que o presidente Lula participará do sucesso do meu governo porque ele construiu as bases para eu concorrer. Ele deu condições para que eu faça uma coisa que é dificílima: superar a nós mesmos. O governo Dilma pode superar o governo Lula porque nós construímos um alicerce para isso acontecer. O meu projeto é o dele. E o dele é o meu.


Seu aliado, o PMDB, sempre impediu que a reforma política andasse. Por que com a senhora seria diferente?
Já foi diferente com o Lula, embora muita gente insista em negar essa realidade. O que caracteriza o governo Lula foi ter construído uma aliança em torno da governabilidade e de projetos. Os ministros do PMDB demonstraram a mesma dedicação aos projetos que os ministros do nosso partido.


Falando em aliados, como a senhora lidaria com Hugo Chávez, o venezuelano que ignora os princípios democráticos básicos?
Não é preciso concordar com as práticas dele, mas não podemos interferir diretamente no que ele está fazendo. O Brasil é um modelo de país que respeita a liberdade de imprensa, que respeita empresas, que respeita contratos, que defende e aprimora a democracia. Tenho certeza de que nosso modelo acabará influenciando positivamente nossos vizinhos e aliados. O Brasil pode dar o exemplo pelo diálogo e pelo respeito. O que não pode fazer é impor.


Como a senhora avalia o episódio recente do pedido de demissão do jornalista que, a serviço de seu partido, contratou arapongas para espionar adversários e até aliados?
É muito difícil essa conversa. É um assunto que girou em torno de documentos que ninguém viu nem sequer sabe se existem e de uma coisa que nunca chegou a se concretizar. Por isso prefiro concentrar minha resposta sobre a linha de conduta geral da campanha. Na minha campanha, não vou admitir nenhuma prática que não respeite o adversário, que não tenha princípios éticos claros e que não honre o fato de termos o governo com a maior aprovação da história recente deste país. A minha decisão é manter uma campanha de alto nível.


De tanto cumprir cadeia política durante a ditadura Vargas, o grande escritor Graciliano Ramos, um tipo depressivo, saiu-se com essa: “É-me indiferente estar preso ou solto”. A senhora chegou a ter um sentimento parecido?
Não. Nos cárceres da ditadura militar, sempre ansiei pela liberdade. Mas entendo bem a que o Graciliano se refere. Existe a figura do preso velho, conhecedor dos caminhos dentro da cadeia. Isso dá uma certa sensação de controle que, ao final da minha pena de três anos, tornava a prisão menos insuportável. Eu tinha um esconderijo de livros e, com a ajuda do dentista da penitenciária, trocava bilhetes com meu marido, preso na ala masculina. Contávamos com algumas boas almas entre os carcereiros, e o capelão militar deu-me uma Bíblia, que, para passar pela fresta da porta da cela, teve sua capa arrancada. Um sargento detonou, sem querer, uma bomba de gás lacrimogêneo perto das celas e abriram um inquérito para apurar responsabilidades. Nós, as presas, sabíamos quem era o culpado, mas decidimos não identificá-lo. Com isso caímos nas graças dos sargentos. Enfim, o preso velho começa a acomodar seus ossos naquele ambiente.


Em situações extremas as pessoas costumam ter reações inesperadas. Quem era forte revela-se um fraco. O frágil se transforma em valente. A senhora se viu na cadeia, sob tortura, tendo reações surpreendentes?
É um pouco mais complexo do que você imagina. Depende muito do seu momento. A mesma pessoa pode estar forte um dia e em outro desabar – ou estar entregue e, de repente, encontrar forças descomunais que não sabia possuir. É o momento que manda, e você não manda no seu momento.


A sua opção pela luta armada na juventude vai ser um assunto da campanha eleitoral. As pessoas querem saber se a senhora deu tiros, explodiu bombas ou sequestrou.
Estou pronta para esse debate. Pertenci a organizações políticas que praticaram esses atos. Mas eu jamais me envolvi pessoalmente em alguma ação violenta. Minha função era de retaguarda. Os processos militares que resultaram em minha condenação mostram isso com clareza. Nunca fui processada por ações armadas. Tenho muito orgulho de ter combatido a ditadura do primeiro ao último dia. A ditadura foi muito ruim. Cassaram os partidos políticos, fecharam órgãos de imprensa, criaram mecanismos de censura, torturaram… Mas o pior de tudo é que tiraram a esperança da minha geração. Quem tinha 15 ou 16 anos de idade quando foi dado o golpe de 64 não enxergava o fim do túnel. De um jovem cheio de energia e sem esperança podem-se esperar reações radicais.


É fácil falar vendo o filme de trás para a frente, mas hoje parece indiscutível que o pessoal da luta armada não queria a volta da democracia, mas apenas trocar uma ditadura de direita por outra de esquerda. A senhora tinha consciência disso?
Olha aqui, no meio da luta essas coisas nunca ficavam claras. O objetivo prioritário era nos livrar da ditadura, e lutamos embalados por um sentimento de justiça, de querer melhorar a vida dos brasileiros. Foi um período histórico marcante em todo o mundo. Os jovens franceses estavam nas barricadas de maio de 68. Jovens americanos morriam baleados pela polícia nos câmpus universitários em protesto contra a Guerra do Vietnã, a mais impopular das guerras dos Estados Unidos, um conflito que aos nossos olhos tinha uma potência tecnomilitar agressora sendo derrotada por um país pequenino, mas valente. Nossa simpatia com o lado mais fraco era óbvia. Depois daquela fase eu continuei lutando pela democracia no antigo MDB e no PDT. Nesse processo, eu mudei com o Brasil, mas jamais mudei de lado.

Inscrições para o ProUni começam hoje com 60 mil bolsas disponíveis


os interessados em participar do Programa Universidade para Todos (ProUni) já podem se inscrever no site do Ministério da Educação. Nessa edição serão oferecidas 60.488 bolsas em 1.225 instituições privadas de ensino superior.

Do total de benefício disponíveis para o segundo semestre de 2010, 39.113 são integrais e 21.375 parciais, que custeiam 50% da mensalidade. As bolsas integrais são destinadas aos alunos com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio (R$ 765). Já as parciais são para os candidatos cuja renda familiar mensal per capita não seja superior a três salários mínimos (R$ 1.530).

Para participar, é preciso ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou em colégio particular como bolsista. Também é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009 e alcançado no mínimo 400 pontos na média das cinco provas.

Também podem se inscrever professores da rede pública de ensino básico interessados em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia, desde que estejam em exercício. Nesse caso, não é necessário cumprir o critério de renda.

As inscrições terminam no dia 19 e a previsão é de que a lista dos pré-selecionados em primeira chamada seja divulgada dia 21 de junho. Esses estudantes deverão comparecer às instituições para onde foram selecionados no período de 22 de junho a 2 de julho para entregar documentos que comprovem as informações prestadas durante as inscrições. Em seguida, estão programadas seis chamadas subsequentes caso ainda haja bolsas a serem distribuídas.

É HOJE DUNGA....


Felizmente, futebol não tem lógica. Se tivesse, o Brasil nem precisaria entrar em campo hoje (dia 15) (15h30, horário de Brasília) para enfrentar a Coreia do Norte, na sua estreia na Copa do Mundo de 2010. A primeira vitória já estaria assegurada, tamanha a disparidade de forças entre as equipes. Líder do “ranking” da Fifa, a seleção brasileira terá pela frente os enigmáticos norte-coreanos, que ocupam a 105a. posição. É o pior colocado entre os 32 participantes do Mundial.

Respaldada pelas conquistas da Copa América (2007) e da Copa das Confederações, a seleção começa sua participação no Mundial dividindo com a Espanha a alcunha de grande favorito. Já a seleção da Coreia do Norte, que participa pela segunda vez de uma Copa do Mundo, não tem nada que faça crer que poderá surpreender os pentacampeões mundiais.


FIQUE POR DENTRO....

Consumir arroz branco favorece desenvolvimento de diabetes.

WASHINGTON (AFP) - Consumir arroz branco frequentemente favorece o aparecimento do diabetes tipo 2, enquanto o risco de ter a doença é reduzido com o consumo de arroz integral, revela um estudo americano publicado nesta segunda-feira.

Cientistas da Escola de Saúde Pública de Harvard acompanharam o consumo de arroz branco e integral por 157.463 mulheres e 39.765 homens, que foram seguidos em três estudos diferentes durante 14 a 20 anos.

O diabetes tipo 2, insulino-dependente, se manifesta em geral na idade adulta. Há quase 24 milhões de diabéticos nos Estados Unidos (8% da população).

Os cientistas de Harvard descobriram que as pessoas que consumiam arroz branco cinco vezes por semana tinham 17% mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 que aqueles que o comiam uma vez por semana apenas.

"Nós acreditamos que substituir o arroz branco e outros grãos refinados por grãos integrais, como o arroz integral, ajuda a reduzir o risco de diabetes tipo 2", disse o autor do estudo, Qi Sun, da Escola de Saúde Pública de Harvard.

"Há séculos o arroz é um alimento de base nos países asiáticos", destacaram os cientistas.

"Mas desde o século XX, os progressos feitos nas tecnologias do tratamento do cereal possibilitaram uma produção em massa de cereais refinados. Durante este processo, a casca do grão, assim como as partes intactas do germen, são retiradas para produzir arroz branco que, de fato, consiste em um endospermo cheio de amido", afirmam os autores.

Mais de 70% do arroz consumido nos Estados Unidos é arroz branco.

O estudo foi publicado nos Archives of Internal Medicine.


Candidatos pedem anulação de provas de concurso


Candidatos ao concurso público do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), realizado domingo, estão acionando a Justiça para anulação das provas aplicadas. O motivo é que na Escola Estadual Professor Luis Antônio, em Candelária, as listas de presença e cartões de resposta dos candidatos não chegaram a tempo do início das provas.


O concurso do Incra é nacional teve 53.148 pessoas inscritas no país. O edital do concurso prevê a seleção de 550 novos servidores para o órgão. Destas, 480 são de nível superior, com remuneração iniciais entre R$ 3.713,74 e R$ 4.598,80, além de 70 vagas de nível médio, com salário inicial de R$ 2.254,64

-tribuna do norte

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Tumulto e desorganização impedem aplicação de prova de concurso do Incra



O concurso do Incra, que estava programado para a manhã deste domingo (13), teve sérios problemas na organização e candidatos não realizaram as provas. Na escola estadual Luís Antônio, em Candelária, nenhum dos concorrentes chegou a realizar a prova.

Segundo candidatos que fariam a prova neste domingo, a previsão era que os cartões de respostas e as questões fossem distribuídas às 9h. No entanto, os cartões de respostas, que eram personalizados, e a indicação das salas onde os candidatos fariam as provas não chegaram ao local do certame, o que provocou o tumulto.

Funcionários do Instituto Cetro, empresa responsável pela elaboração e aplicação das provas, tentaram organizar os candidatos em salas, mas como havia pessoas que não tinham o número da inscrição e os pleiteantes às vagas fariam provas para locais variados, o acordo não foi possível.

De acordo com pessoas que estiveram no local, alguns dos candidatos que tentaram ir embora por volta das 10h foram impedidos pelos funcionários, o que resultou em um chamado à polícia e a ordem de que os portões fossem liberados.

Diversos candidatos aproveitaram e foram à delegacia de Plantão da Zona Sul para registrar o boletim de ocorrência e também produziram um abaixo-assinado para comprovar que estiveram onde seria realizada a prova.

O concurso do Incra é nacional e, em todo o país, mais de 50 mil pessoas se inscreveram.


Dilma oficializa candidatura em megaespetáculo

Dilma Rousseff discursa na convenção do PDT e faz referência a Getúlio Vargas e Brizola


Brasília (AE) - Preparada para ser um megaespetáculo, a convenção do PT — que vai sacramentar hoje, em Brasília, Dilma Rousseff como candidata do partido à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — mostrará uma petista com discurso mais afiado. Em um salão decorado com os dizeres "Pátria Mulher, Pátria Mãe", Dilma vai prometer erradicar a pobreza até 2014 e uma era de prosperidade


O tom de seu pronunciamento terá ênfase no social, com destaque para a educação. De olho no voto feminino, fatia do eleitorado em que a candidata precisa ampliar os índices de intenção de voto, o PT organizou um ato político colorido para ser uma “celebração à mulher”.

Dilma dirá que a continuidade do projeto de Lula significa pôr o Brasil entre as cinco maiores economias do mundo. Vestindo o figurino de herdeira de um presidente popular, ela vai aproveitar a oportunidade para bater o bumbo sobre o crescimento de 9% do Produto Interno Bruto (PIB), o maior desde 1996, puxado pela indústria e por investimentos.

Disposta a conclamar os militantes para a primeira campanha presidencial disputada pelo PT sem Lula na chapa, nos 30 anos do partido, Dilma também vai fustigar o adversário do PSDB, José Serra, embora sem citar o nome do tucano. A linha do discurso é a de que não teme o confronto porque o governo Lula tem o que mostrar.

Lula estará ao lado de Dilma na superprodução montada pelo marqueteiro João Santana, com direito a novo jingle de campanha que será exibido a uma plateia de 1,8 mil convidados - muitos deles de delegações internacionais. A exemplo do que fez no 4º Congresso do PT, em fevereiro, Lula exaltará, mais uma vez, as qualidades da ex-ministra da Casa Civil, no papel de fiador da candidatura.

Em conversas reservadas, dirigentes do PT disseram temer vaias ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), que vai concorrer a vice na chapa de Dilma. De qualquer forma, a orientação do comando petista para reagir a eventuais manifestações hostis é aumentar o som no ambiente. Uma claque também já está a postos para aplaudir os convidados.